WELCOME TO CYBERIA. Como prometido no post anterior, hoje falarei sobre Cyberia, um jogo de estratégiae aventura lançado em 1994 pela Xatrix Entertainment, Inc.
Para a época, o jogo tinha gráficos bem apresentáveis e um clipe de abertura instigante. A história por trás do game não deixava por menos.
A Wii, de tempos em tempos lança algum ou outro jogo dirigido especialmente ao publico adulto, é o caso do Cursed Moutain, um game de horror com uma mistura bastante interessante. Nele estaremos no frio das montanhas nevadas do Himalaia, fugindo de fantasmas e recorrendo a rituais sagrados para escapar com vida dessa aventura.
Eric Simmons é o protagonista e chega a uma idade recém abandonada por seus moradores para tentar entender o que ocorreu com seu irmão que escalava as montanhas geladas. Entre um assustador beco e outro, Simmons embarca numa historia de terror na qual não veremos sangue, nem zombis nem monstros enormes. Aqui, o medo é provocado de forma sutil, o que assusta muito mais que um terror mais explicito.
Não é a toa que Splosion Man está no topo do ranking dos jogos da Xbox. O titulo é de plataforma, como gostamos, e conta com uma historia simples: o protagonista foi submetido a umas experiências químicas que não deram certo e como conseqüência pode se “auto-explodir” e com isso saltar e saltar.
Chega de Lara´s Croft´s cheia de curvas e insinuações, a ultima estrela dos games é uma princesa para lá de rechonchuda. O jogo, que a primeira vista pode parecer tonto, traz diversas surpresas na sua forma de jogar e tem entretenimento garantido; nele temos que alimentar bem as princesas para que estas engordem e dessa forma nao poderem ser levadas para fora do calaboço.
Trine é um bonito jogo de aventura em 2D, que se passa em um cenário repleto de magia por todas as partes. Não somente nos poderes que utilizará para enfrentar os diversos obstáculos e nos seres mágicos que encontrará pelo caminho, mas magia nas imagens e fundos tão surreais que emocionam. É como voltar a ser criança e sentir aquelas sensações tão fortes que já adultos não somos capaz de sentir.