Não é de hoje que o assunto da dependência dos videogames é abordado com polêmica. Por um lado estão os jogadores que afirmam saber exatamente onde se encontra a linha do virtual e do real, do outro país desesperados que vêem cada vez mais seus filhos fugirem da realidade.

Esse problema afeta pessoas de todas as idades e principalmente nesses tempos difíceis, onde escapar da realidade por meio de jogos – onde somos super heróis cheios de poderes sobrenaturais – é mais fácil que encarar a vida como ela é. A conseqüência é aquela que já conhecemos: afastamento da família e amigos, perda do contato com o mundo exterior.

No Brasil existe uma grande porcentagem de pessoas que são viciadas em jogos como World of Warcraft ou Counter Strike, entretanto em países como Coréia e Holanda, essas estatísticas são assustadoras. Para se ter uma idéia, esse problema já e tratado como patologia, a “cyberdependencia”.

E se parece chocante que aquele inocente vicio nos jogos já seja considerado doença e tenha nome, segura essa: nos EUA existe uma entidade responsável por reabilitar pessoas que não podem deixar por si só a dependência do mundo virtual, Online Gamer Anonymous.

Japão, China, Vietnam, Amsterdan também contam com seus centros de reabilitação para os que sofrem de “abstinência do mundo virtual”. Como qualquer dependência, os viciados em games sofrem com referida abstinência e isso se reflete fisicamente com depressão, náuseas, medo e até comportamento agressivo.

A saúde também é afetada no que se diz respeito ao sedentarismo, provocando dores e lesões musculares e inflamações na pele.

Fonte: 20 Minutos

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