ANÁLISE: PROTOTYPE

Talvez seja muito tarde para fazer uma analise de um dos títulos mais esperados do ano, mas ainda assim vale a pena. Não somente porque Prototype recebeu uma avalanche de elogios e criticas muitas positivas, mas porque o game realmente é muito bom.
Para começar, acredito que Prototype teve essa recepção tão calorosa porque já estamos cansados das velhas fórmulas utilizadas até a exaustão, dos velhos roteiros e dos velhos truques; ainda que muito bem disfarçados no fim das contas é praticamente tudo igual e isso nos cansa de verdade.
Nesse titulo, especialmente, se utiliza muito as habilidades especiais que um indivíduo pode ter. Quem não gostaria ter super-poderes a ponto de dominar o universo? Assim é Alex Mercer, um sujeito que foi submetido a uma dessas experiências cientificas e da noite para o dia descobre que possui assustadoras habilidades.
O que mais gosto nesse personagem é a raiva que leva dentro, refletida não somente na sua personalidade, na forma que caminha e que age, mas principalmente na consciência dos estragos que é capaz de produzir. Mercer é capaz de correr por paredes, transformar seus braços em armas gigantescamente assassinas, tomar a forma de qualquer ser vivente. Mercer é completamente invencível.
O cenário, obviamente sempre contará com centenas e centenas de inimigos, me lembra inclusive o Dead Rising, já que o protagonista conta com uma força sobrenatural. O jogo se passa em Manhatan, onde – depois de um atentado terrorista – todas as pessoas se tornaram mutantes mais que hostis.
As missões são basicamente as mesmas. Sendo assim, o jogo foi feito para quem tem aquela sede de sangue e que gosta de jogos onde o principal objetivo não é realizar bonitos golpes ou testar a inteligência, mas sim matar e matar. Matar dezenas de pessoas, ser cruel e não ter nenhuma compaixão.
Muitas vezes ser dotado de tanto poder pode realmente cansar e parecer entediante, mas para outros é adrenalina pura. Prototype tenta ser original, mas não consegue. Consegue sim, ser um entretidíssimo jogo de ação em terceira pessoa que nos transforma em um ser humano que só pretende destruir. Os efeitos sonoros também merecem elogios.




publicado em: 28 de November de 2009, às 12:12 am
esse jogo é completamente phodástico meoo!!!!!!!!!eu joguei e certamente é melhor que gta,claro e principalmente por poder dar saltos pelas paredes e derrubar elicópteros!eu jogo e recomendo!
Ps:rock sempre flw! l_l